50 horas (25h formação em sala + 25h trabalho autónomo)
Resumo
Tendo como ponto de partida a importância dos símbolos como auxiliares à comunicação e literacia, esta oficina vai permitir explorar ferramentas de comunicação aumentativa e alternativa para situações de inclusão e de dificuldades de aprendizagem.
Com esta oficina pretende-se:
Curso acreditado pelo Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua (CCPFC) para o seguinte Centro de Formação de Associação de Escolas:
| Entidade | N.º registo | Validade | Destinatários | N.º créditos |
| Centro de Formação de Associação de Escolas Alentejo Litoral – Santiago do Cacém | CCPFC/ACC-62864/10 | 20/04/2013 | Professores do Grupo 100, 110, 910, 920 e 930 | 2 |
I – Regras de ouro na utilização de símbolos
II – Escrever documentos com símbolos
III – Escrever com grelhas de comunicação
IV – Construir quadros de comunicação e fichas de trabalho
V – Criar jogos baseados em conteúdos temáticos
VI – Trabalho autónomo (25h)
Oficina de formação com 25 horas de formação presencial e 25 horas de trabalho autónomo.
As sessões presenciais terão um caráter teórico/prático, pelo que, para além da necessária abordagem e reflexão teóricas que decorrem da utilização dos símbolos como suporte à comunicação e linguagem e da importância dos sistemas de comunicação aumentativa e alternativa, os formandos terão também oportunidade de adquirir e aplicar os conhecimentos técnicos que decorrem da utilização de tecnologias de apoio que utilizam sistemas simbólicos de linguagem.
Para a componente de trabalho autónomo, cada formando deverá selecionar um estudo de caso no âmbito do seu contexto profissional, e desenvolver, a partir dele, um projeto de intervenção, no qual serão elaborados materiais e atividades adaptadas.
Professores do Grupo 100, 110, 910, 920 e 930
Os valores são isentos de Iva (no âmbito do art. 9º do CIVA)
Devoluções:
| Instituição parceira | Local | Datas | Horário | Inscrições |
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Centro de Formação da Associação de Escolas do Alentejo Litoral CRTIC de Sines |
Centro de Actividades Pedagógicas Alda Guerreiro Bairro do Liceu, 7500-160 Vila Nova de Santo André |
26/02/2011 (Sábado) 19/03/2011 (Sábado) 15/04/2011 (6ª Feira)
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9:00 às 13:30 e 14:30 às 18:30 |
Realizado |
Caso esteja interessado em agendar este curso na sua instituição, por favor, contacte-nos para oficinas@cnotinfor.pt.
Daremos indicações de como agilizar o processo de acreditação/execução junto do Centro de Formação.
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Caso ainda não se tenha registado poderá registar-se em: http://www.cnotinfor.pt/registo
pretendo frequentar este curso quando formarem turma par o efeito.
Cara Inês
Esta oficina é realizada em parceria com os Centros de Formação de Associação de Escolas. Caso esteja interessada deve manifestar esse interesse junto do Centro de Formação da sua área para que os mesmos possam entrar em contacto com o nosso Centro de Formação a fim de se agilizar o processo. Para ficar a par das acções de formação que realizamos subscreva gratuitamente o nosso Blog BICA.
Ora aqui está uma acção que me interessa….. ainda por cima na minha na minha área de residência. Só que olhei para o preço e fiquei estupefacto. Peço imensa desculpa, mas tenho que dizer que o preço apresentado é “escandaloso”. Há muito que faço Acções de Formação pagas do meu bolso, mas nunca paguei ou vi nada assim. É que nem sequer próximo destes valores.
Nos tempos que correm, independentemente da qualidade e/ou duração da Acção, julgo tratar-se de um preço ofensivo.
Peço desculpa, mas a minha consciência não me deixou ficar indiferente.
Manuel Aboim
4 Euros por hora de formação parece-nos um preço perfeitamente razoável para o tipo de curso. Se comparar com outros serviços é bastante barato. Um bilhete de cinema custa 5 a 7 Euros e não é um serviço personalizado como esta oficina em que há um atendimento individualizado.
Tudo é muito relativo. Seria bom, por exemplo, saber quanto custa uma hora de formação, dita gratuita, das acções que o Ministério da Educação oferece, muitas com qualidade, outras nem por isso. Custa de certeza bastante mais. É que não há nada gratuito, por mais que nos iludamos. Quando por exemplo nos estão a descontar 10% no vencimento, na verdade, estamos a pagar n coisas que pensávamos que eram gratuitas, mas não são. No fim alguém tem que pagar, ou seja, nós.